CEO da coinBR detalha mineração em reportagem sobre moedas digitais

19/02/2018 | por Admin | em Destaque

O jornal O Fluminense, de Niterói (RJ), produziu uma reportagem especial sobre Bitcoin e criptomoedas, apresentando o assunto aos seus leitores e apontando os motivos para atrair tantos investidores. Rocelo Lopes, CEO da coinBR, é um dos entrevistados e, de forma didática, explica como é feita a mineração das moedas digitais.  Confira os trechos com a participação de Rocelo:

Outro assunto inerente às criptomoedas e recorrente nas discussões é a mineração, que, nada mais é, do que o processo de gerar novas criptomoedas através de softwares específicos instalados em supercomputadores, que ficam ligados 24 horas, 7 dias na semana. Rocelo Lopes, CEO da CoinBR, esclarece o funcionamento.

“Após conectados à internet, esses supercomputadores se conectam a uma rede de outros supercomputadores, onde trabalham em conjunto para manter a segurança e validar as transações. Essa rede possibilita que o bitcoin não dependa de uma estrutura centralizada para a realização das transações”, explica.

Esses mesmos supercomputadores que realizam a mineração são recompensados com criptomoedas, o que atrai os olhares de algumas pessoas. Entretanto, segundo Rocelo, a mineração em casa ou em um escritório comercial se tornou impraticável devido à constante evolução dos equipamentos e à necessidade de uma infraestrutura de “ponta”.

Como um “choque” de realidade, Rocelo explica que, para minerar hoje em dia, é preciso: energia elétrica com preço inferior a R$ 0.25 kW/hora; baixas taxas de importação de produtos da China – para se minerar em larga escala (mais de 20 máquinas)–; internet estável e com baixa latência para servidores do mundo todo; firewall de segurança contra hackers; sistema de resfriamento das máquinas, entre outras exigências.

Apesar de assustar, isso não significa que minerar não seja mais uma opção para o investidor que deseja entrar nesse negócio e gerar a sua própria moeda ao invés de comprar. Algumas empresas, como a própria CoinBr, criaram uma espécie de terceirização da mineração, em que o usuário compra uma máquina que fica em um datacenter da empresa e paga apenas pelo serviço de configuração, aluguel de espaço e energia elétrica consumida.

Leia a reportagem completa em O Fluminense.

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